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O que muda nos aplicativos, e o que vale saber sobre saúde. Cada texto aqui foi escrito e lido por quem faz os aplicativos — não há feed automático puxando manchete de fora.

4 de setembro de 2026 · Tharpa Health

O app agora tem uma caixa de avisos

Até agora o Tharpa Health só falava com você por notificação de lembrete de água. Tudo o mais ficava sem canal: uma mudança no aplicativo, um cuidado novo, uma observação sobre o que os seus registros vinham mostrando.

O sino no topo resolve isso. Ele mostra um número quando há algo não lido, e some quando você lê. Nada dele interrompe o seu dia — não há push, não há vibração, não há som.

Dois tipos de coisa entram ali. As notícias, que são estas daqui do site. E a leitura do check-in: quando o seu ânimo, a sua energia ou a sua fome ficam fora do normal por três dias seguidos, o aplicativo escreve uma observação curta sobre isso. No máximo uma por semana.

4 de setembro de 2026 · Tharpa Health

O check-in diário mudou, e agora tem para que servir

O check-in tinha um defeito que passava despercebido: cinco botões, mas só três significados. A tela chamava o 1 e o 2 de "péssimo", e o 4 e o 5 de "ótimo". Quem responde não escolhe entre dois botões que a tela diz serem a mesma coisa — marca qualquer um. O resultado era um registro que nascia sem sentido.

Agora cada nível tem o seu nome: péssimo, ruim, normal, bom, ótimo. O mesmo para energia e para fome. A diferença importa porque é ela que deixa ver, por exemplo, a fome caindo de "bastante" para "pouca" nas semanas seguintes a uma troca de dose.

O cartão também some da tela inicial depois que você responde. Um item concluído não é informação: é lembrete de que já foi feito.

E o principal: esses números deixaram de ficar guardados sem uso. Quando algo se repete por três dias, chega uma observação na caixa de avisos. Não vira gráfico, e isso foi decisão consciente — uma linha do tempo do próprio desânimo é o tipo de tela que se olha num dia ruim e piora o dia.

4 de setembro de 2026 · Tharpa Health

A análise corporal agora corta a cabeça da foto

A foto da análise corporal fica guardada para servir de comparação com as próximas. Isso significa que ela trafega e é gravada — e uma foto que chega inteira já chegou inteira: apagar o rosto depois não desfaz nada.

Por isso o corte acontece no seu celular, antes de a foto sair. Ao tirar a foto, ela para numa tela de conferência: a faixa que será descartada aparece escurecida sobre a imagem, com um controle para ajustar. Só depois de você confirmar é que a foto é enviada, já sem a parte de cima.

Isso é minimização de dado, e não anonimato. O que resta continua sendo pessoal: marcas de pele e formato de corpo identificam, e a foto está ligada à sua conta. O que se ganha é uma imagem que, sozinha, é muito mais difícil de ligar a alguém.

Na mesma leva: se a análise falhar ou você sair da tela sem querer, a foto não se perde mais. Ela fica guardada no aparelho até ser analisada, e some depois disso. Vale para a foto do prato e para a do corpo.